Lesões cutâneas exigem decisões cuidadosas que vão além da remoção do problema inicial. Milton Seigi Hayashi, médico cirurgião plástico, atua em cenários nos quais a integração entre diagnóstico dermatológico e reconstrução cirúrgica define não apenas o resultado estético, mas também a função, a cicatrização e o bem-estar do paciente.
Ao longo deste artigo, você entenderá quando a cirurgia plástica passa a ser parte do tratamento de lesões de pele, como ocorre essa integração com a dermatologia e quais critérios ajudam a escolher a melhor técnica reconstrutiva em cada caso.
Por que lesões cutâneas frequentemente exigem reconstrução cirúrgica?
Muitas lesões cutâneas, especialmente as de maior extensão ou profundidade, não se resolvem apenas com a retirada do tecido comprometido. Após a ressecção, pode haver perda de cobertura, exposição de estruturas e alteração funcional da região. Nessas situações, a reconstrução é necessária para proteger o local, permitir cicatrização adequada e preservar movimentos e sensibilidade. A cirurgia plástica entra exatamente nesse ponto, oferecendo soluções técnicas para restaurar forma e função.

Além do aspecto físico, há impacto direto na qualidade de vida, informa Hayashi. Lesões em áreas visíveis, como face e membros, podem gerar desconforto estético e emocional se não forem bem reconstruídas. O planejamento cirúrgico considera tipo de pele, localização, tamanho do defeito e condições clínicas do paciente. Reconstruir não é apenas “fechar a ferida”, mas criar condições para um resultado durável, seguro e alinhado às expectativas de recuperação.
Como cirurgia plástica e dermatologia se complementam na prática?
A dermatologia costuma ser a porta de entrada no diagnóstico e tratamento inicial das lesões cutâneas, enquanto a cirurgia plástica atua quando há necessidade de reconstrução após a remoção. Essa complementaridade permite que cada especialidade atue em seu campo de excelência, reduzindo riscos e ampliando a qualidade do resultado final. O diálogo entre as áreas ajuda a definir margens, tempo cirúrgico e técnica mais adequada para cada paciente.
Na prática, essa integração evita abordagens isoladas. O médico cirurgião plástico avalia como a retirada da lesão impactará a pele ao redor e planeja a reconstrução de forma estratégica. Milton Seigi Hayashi destaca que o trabalho conjunto melhora a previsibilidade e reduz a chance de revisões futuras.
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Quais técnicas reconstrutivas são mais usadas em lesões de pele?
Segundo Hayashi, as técnicas reconstrutivas variam conforme o defeito criado pela retirada da lesão. Em casos menores, o fechamento direto pode ser suficiente. Quando isso não é possível, entram opções como enxertos de pele, retalhos locais ou regionais e, em situações mais complexas, combinações de técnicas. A escolha depende da elasticidade da pele, da vascularização local e da necessidade de preservar estruturas adjacentes.
Cada técnica tem vantagens e limitações. Enxertos podem ser úteis para cobrir áreas extensas, enquanto retalhos oferecem melhor qualidade de pele e integração estética. A decisão não é padronizada e exige avaliação criteriosa. O objetivo é alcançar cicatrização estável, com menor risco de complicações e resultado harmônico com a região tratada, respeitando as características individuais de cada paciente.
Como decidir entre enxerto, retalho local e outras opções?
A decisão entre enxerto e retalho passa por critérios técnicos e clínicos. Enxertos dependem de um leito bem vascularizado para integração, enquanto retalhos levam seu próprio suprimento sanguíneo, o que pode ser decisivo em áreas comprometidas. A localização da lesão, a profundidade do defeito e o estado geral da pele orientam essa escolha. Também é importante considerar a mobilidade da região e impacto funcional.
Outro fator relevante é a expectativa do paciente. Resultados estéticos e tempo de recuperação variam conforme a técnica. Milton Seigi Hayashi costuma orientar que a melhor opção é aquela que equilibra segurança, função e aparência, evitando soluções que resolvam apenas parte do problema. A decisão compartilhada, com explicação clara das possibilidades, contribui para um tratamento mais tranquilo e previsível.
O que muda no bem-estar e autoestima quando a reconstrução é bem indicada?
Quando a reconstrução é bem indicada e executada, os benefícios vão além da cicatrização. O paciente recupera segurança para retomar atividades, reduz desconfortos físicos e melhorar a percepção da própria imagem. Em lesões visíveis, uma reconstrução adequada pode evitar estigmas e favorecer reintegração social, impactando diretamente a autoestima e o bem-estar emocional.
Além disso, um bom planejamento reduz a necessidade de novos procedimentos e acompanhamentos prolongados. O médico cirurgião plástico, Milton Seigi Hayashi, reforça que reconstruir com critério é cuidar do paciente como um todo, não apenas da lesão. Quando a cirurgia plástica complementa a dermatologia de forma consciente, o tratamento se torna mais completo, funcional e humano, refletindo positivamente na recuperação e na qualidade de vida.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez

